The English Language

Hi guys, hoje vou postar um poema muito curioso em inglês, achado no site Aha! Jokes.

 

The English Language

Have you ever wondered why foreigners have trouble with the English Language?

Let’s face it
English is a stupid language.
There is no egg in the eggplant
No ham in the hamburger
And neither pine nor apple in the pineapple.
English muffins were not invented in England
French fries were not invented in France.

We sometimes take English for granted
But if we examine its paradoxes we find that
Quicksand takes you down slowly
Boxing rings are square
And a guinea pig is neither from Guinea nor is it a pig.

If writers write, how come fingers don’t fing.
If the plural of tooth is teeth
Shouldn’t the plural of phone booth be phone beeth
If the teacher taught,
Why didn’t the preacher praught.

If a vegetarian eats vegetables
What the heck does a humanitarian eat!?
Why do people recite at a play
Yet play at a recital?
Park on driveways and
Drive on parkways

You have to marvel at the unique lunacy
Of a language where a house can burn up as
It burns down
And in which you fill in a form
By filling it out
And a bell is only heard once it goes!

English was invented by people, not computers
And it reflects the creativity of the human race
(Which of course isn’t a race at all)

That is why
When the stars are out they are visible
But when the lights are out they are invisible
And why it is that when I wind up my watch
It starts
But when I wind up this observation,
It ends.

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07/03/2009 at 03:37 Deixe um comentário

Resenha: “Do Yázigi à Internexus”

Título: “Do Yázigi à Internexus – Uma viagem pelos 50 anos de uma franquia brasileira que se tornou global”

Confesso que protelei o máximo que pude fazer esta resenha crítica, afinal, “juntar” quase 60 anos de história num livro e deste mesmo resumo ter de resumir tudo em alguns breves parágrafos não é algo fácil. São 320 páginas com traços de subjetividade – porém sem perder a lucidez – de alguém que desde sempre esteve presente na história desse instituto de ensino que se tornou global. O autor é nada menos que o atual CEO (Chief Executive Officer, diretor-geral) da Internexus, Inc e do Yázigi Internexus, Ricardo Young Silva, que também trabalha em e coordena várias outras empresas, enfim, ele é uma pessoa polivalente, e só isso daria assunto para uma outra resenha (ou biografia).

O Instituto de Idiomas Yázigi foi fundado em 1950 por César Yázigi e Fernando Heráclito Silva (pai de Fernando Young Silva) e sua primeira escola foi fundada na cidade de São Paulo. César Yázigi, já falecido e cujo sobrenome deu nome à escola, depois de algum tempo em sociedade com Fernando H. Silva, decidiu voltar para os Estados Unidos e deixou a franquia para a família Young Silva. Fernando H. Silva atualmente residem em Salvador, Bahia.

O Yázigi se destacou em sua época por sua didática e metodologia inovadoras. Em um tempo em que reinavam escolas binacionais, como a Cultura Inglesa e o Instituto Cultural Brasil Estados Unidos, o Yázigi mostrou que, apesar de se tratar de uma língua estrangeira, era (e é) possível ensiná-la através da realidade do aluno, fundamentando-se nos métodos do já famoso educador Paulo Freire. Um símbolo disso foi o primeiro logotipo da empresa, que tinha como cores o verde e o amarelo, fazendo alusão à bandeira brasileira, ao invés dos tradicionais azul e vermelho que representavam as cores da nação americana. Suas aulas, a princípio ministradas por César Yázigi, eram dinâmicas e cheias de vitalidade, algo inusitado, pois na época o ensino de inglês era baseado em textos literários e costumava ser “silencioso” e de uma postura comedida. Posteriormente, como advento do CLA – Centro de Linguística Aplicada, o primeiro da América Latina – e com a criação de programas de ensino como o JEP – Junior English Program, atual Magic Links – coordenado por sua mãe, Catherine Young Silva, é que escola foi ganhando cada vez mais notoriedade. Este programa foi premiado pela Unesco e Catherine foi contratada como consultora da Unesco na elaboração de materiais didáticos para ensino de língua em países em desenvolvimento. O CLA tem objetivo de pesquisar e desenvolver materiais didáticos para a rede e o primeiro responsável pelo centro foi o eminente linguista Francisco Gomes de Matos, atual professor da UFPE. Com a ida de César Yázigi para os EUA, houve o surgimento da idéia de tornar a empresa internacional. Foi assim, rusticamente falando, que surgiu o Internexus e algumas outras unidades espalhadas pelo mundo. O livro também discorre sobre a contribuição do Yázigi para o surgimento e expansão do sistema de franchising, algo que para mim ficou confuso, pois confesso que não entendo nada de administração, ao contrário do Fernando Young Silva, que é formado na área pela GV. Dentre toda a história que permeia o livro, não posso deixar de citar Itamar Heráclio Góes Silva, que é tio de Ricardo e foi e continua sendo uma peça fundamental para a empresa.

No que concerne as minhas impressões sobre o livro, posso dizer que são as melhores. Fiquei sabendo várias coisas não só sobre o Yázigi em si, mas também em relação à época, os costumes e etc. E quando disse que o Ricardo Young Silva é polivalente, não foi só por dizer, pois ele foi o fundador da Associação Brasileira de Franchising (ABF) e é coordenador do World Business Academy, presidente do Conselho Deliberativo do Instituto Ethos, presidente do UniEthos, coordenador Nacional do PNBE, fundador e membro do conselho da Transparência Brasil e do Instituto Akatu pelo Consumo Consciente, presidente do Centro Brasileiro de Filosofia para Crianças e conselheiro da Fundação Ronald McDonald. Além disso, ele é membro ativo de diversas ONGs, é também membro do conselho do AccountAbility /Londres e representa o Instituto Ethos em fóruns do Global Compact (ONU). É membro do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social, do Governo Federal.
É pouco ou quer mais?

O Centro Brasileiro de Filosofia para Crianças (CBFC) foi fundado por sua mãe, Catherine Young Silva, e apresenta uma proposta bem interessante de abordagem filosófica nas salas de aula, nada como “hoje vamos estudar Platão” mas sim referente às reflexões e implicações de certos atos e ações.

04/02/2009 at 14:52 Deixe um comentário

Maísa estuda no Yázigi

Quem diria hein, a menina mais famosa do Brasil, Maísa, estuda no Yázigi! Quem nunca viu o programa que ela apresenta – Bom Dia & Cia – no qual ela conta os números em inglês, e fala várias outras coisas também?
Pois bem, neste último domingo, dia 18/01, ela deu uma (quase) lição de inglês ao Sílvo Santos e seu auditório!

Veja aqui: http://splicd.com/oG6bm6Dnb0Y/240/377

23/01/2009 at 16:10 Deixe um comentário

Em 2008, a rede Yázigi cresceu 15%

Hi guys! Hoje vim postar uma notícia ótima que li esses dias, no site Papo de Empreendedor:

Em 2008, a rede Yázigi cresceu 15%; 2009 requer cautela
Escrito por Roberta Rossetto

Perguntei a alguns empresários como tinha sido o ano de 2008 e o que eles esperavam de 2009. Alexandre Gambirásio Silva, comandante da rede de franquias de ensino de idiomas Yázigi, disse que o saldo final de 2008 foi muito positivo, com um crescimento de 15% no faturamento bruto da rede. Novas franquias foram abertas e o número de alunos aumentou. O setor, segundo ele, foi até agora pouco afetado pela crise.
“Se houver aumento da taxa de desemprego, então veremos uma retração nos gastos com serviços e varejo em geral. Por enquanto, isso ainda não ocorreu e é a principal variável que temos que observar”, diz ele. “As escolas de idiomas têm seu período mais forte de matrículas no início de cada semestre. Para nós, isso significa que o volume de alunos novos e rematriculados até 31 de março será uma forte sinalização do que deverá ocorrer no ano. Se as matrículas se mantiverem relativamente estáveis, a tendência é que nosso segmento tenha um ano menos impactado pela crise. Portanto, estamos de olho no primeiro trimestre!”
Gambirásio diz que começará 2009 com cautela, mas sem pessimismo. “Quando nos deparamos com uma crise o importante é não ficar com excesso de medo e de pensamentos negativos. Afinal, quanto mais se pensa na crise, mas ela potencialmente cresce. Por outro lado, também não se pode desprezar a crise e assumir que passaremos por ela sem arranhões, mesmo que a empresa esteja forte e bem posicionada. Ou seja, o discurso das “marolas” adotado pelo presidente Lula foi demasiado otimista e ingênuo”, diz ele.
Segundo Gambirásio, o Yázigi vai adotarar um orçamento mais conservador em 2009, mas manterá a meta de vendas relativamente ousada: a previsão é de abrir ao menos 15 escolas novas em 2009 e comercializar mais 25 a 30 franquias para abertura em 2010, quando a rede completa 60 anos. Maravilha!

17/01/2009 at 17:34 Deixe um comentário

Onze fatos sobre língua e linguagem

Tradução livre, por Ludmila Prates.

(Estas são as revisões de algumas idéias primeiramente formuladas em uma Conferência sobre Linguística e Aquisição da Linguagem pela MLA (Modern Language Association of America), em maio de 1963.)

1. Fala é um ou mais sons feitos pelos seres humanos para fins comunicativos. Linguagem é comunicação1.

2. Idiomas são diferentes, não somente por terem diferentes palavras para coisas diferentes, mas pelas diferentes formas de disposição das palavras para se expressar perante à realidade.

3. Uma língua é mais do que somente uma sequência de palavras; pessoas também se comunicam por outros meios através da estrutura, entonação, agudeza de som e pausas.

4. Mudanças na linguagem dependem do tempo, lugar, nível social e estilístico. Essas mudanças não corrompem a língua, pois são características intrínsecas de todos os idiomas.

5. Fala e escrita são diferentes, embora relacionados, sistemas de linguagem. Em todas as línguas, a fala precede a escrita. A maioria dos idiomas no mundo ainda não possui um sistema de escrita.

6. Língua não tem nada a ver com raça e etnia. Povos primitivos não falam línguas “primitivas”. As línguas de culturas simples (“povos primitivos”) não são necessariamente mais simples do que as línguas de culturas complexas.

7. Inglês soa tão estranho para um estrangeiro que não fala inglês quanto uma língua estrangeira em relação a um falante inglês monolíngue.

8. Línguas diferentes têm tabus diferentes. Em inglês, Good Lord! soa (no som) mais suave do que Good God!, embora tenham o mesmo significado. Em hebraico antigo, a palavra para Deus, “IHVH” era não mencionável; portanto, sempre usavam outra palavra para substituí-la.

9. Palavras para “a mesma coisa” em dois idiomas não são “igual uma à outra”, ao menos que ambos o significado e a conotação correspondam, o que raramente acontece.2

10. Significado lexical (vocábulos), expressos pela seleção de palavras (homem alto, homem baixo), devem ser discernidos de significado gramatical, expresso pelas inflecções (falar, falei), ou disposição na frase (em português, por ex.: autor defunto e defunto autor não significam a mesma coisa se analisados pela ordem das palavras).

11. Nenhuma língua é propriamente difícil. Se a fosse, os povos que a falam rapidamente iriam simplificá-la. Qualquer criança normal tem um certo controle sobre sua própria linguagem quando vai para a escola.

Notas

1 Language em inglês abrange três possível traduções: língua, idioma  e linguagem. Língua é e representa, além da fala, o idioma que certo povo fala, enquanto a linguagem abrange a escrita e suas formas de expressão, como linguagem de sinais, linguagem cinematográfica, matemática, etc.

2 Em inglês, tomemos como exemplo a palavra “egg”. O correspondente para a mesma palavra, em português, seria “ovo”, embora se disséssemos “bad egg” não estaríamos nos referindo um “ovo mal” em inglês, no sentido de estragado e/ou podre, mas sim a um “mau sujeito”, algo que não corresponde à versão em português para “ovo mal”.

Referência bibliográfica

FINOCCHIARO, Mary e BONOMO, Michael. The Foreign Language Learner: A Guide for Teachers. Regents Publishing Company, Inc, 1973. 8 p.

12/01/2009 at 12:33 Deixe um comentário


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